Dono de uma silhueta e de uma tecnologia única, o Pump retorna aos olhos públicos com uma puta campanha de comemoração de 20 anos de existência. O tênis nasceu para as quadras de basquete e tão logo virou febre nas ruas – como a grande parte das principais silhuetas que vemos hoje, à exemplo dos Air Jordan. Mas o que me chama a atenção nele não é só o design arrojado e ele ser visualmente distinto de quase tudo que se vê nas ruas. É o próprio sistema pump. Porque ele mais do que ajusta o tênis ao pé – se é que ele faz isso mesmo – mas a experiência que ele dá ao usuário. Quando se antevê um momento em que precisa-se de um gás ou força a mais, só inflar ele apertando a língua que ele se ajeita ao pé. E quando se acaba, tem um outro botão que desinfla ele, como uma daquelas paradas de medir pressão. Esse som, esse ato que tornou o Pump tão único e tão característico. Os designers foram além da função do tênis, e trabalharam a experiência de usar o tênis em algo único. O resultado tá aí, um dos mais amados pares de sneakers.
Tá aqui o documentário que inspirou o post, que aliás é muito bom.
